O Rugby por aí...
A semana da sacristia foi marcada por alguns comportamentos estranhos para o sítio em causa, e acabamos mesmo por não perceber se os crentes estavam a treinar para da próxima vez não falharem a viagem ao Dubai, ou se apenas, por alguma razão, iriam visitar o Estádio Nacional e estavam numa de se habituar à confusão que por aquelas bancadas tem havido, mas o que é facto, é que foram registados vários moches no nosso espaço.
O que é salutar, pois reflecte o que se passa pelo país d'Os Lobos' (que para quem não sabe, é o nome que se dá à nossa selecção de rugby), que cada vez vai sabendo, e interessando-se um pouco mais acerca da modalidade. E, note-se, não me estou a referir, quando a fazer zapping, por acaso deixamos a televisão no canal do Parlamento, e sentimos uma vontade imensa de placá-los a todos. É certo que continua a ser um interesse não partilhado pelas massas, mas pelo menos, quem tem cultura desportiva e gosto pelo desporto, numa forma transversal digamos, ultimamente tem sido despertado para o rugby, sobretudo pelos feitos que a nossa selecção tem atingido, tendo, no passado fim de semana, atingido mais um.
Claro que os golos que o Cardoso marcou num qualquer treino e o facto da madeixa do Miguel Veloso estar mais loira terão ofuscado, pelo menos para os media, o Campeonato do Mundo de Rubgy de Sevens, que se realizou no Dubai e no qual Portugal ficou em 12º, o que para muitos pode ser um mau resultado, mas objectivamente é mais um grande resultado para as nossas cores, e reflecte o trabalho que tem vindo a ser feito a nível de selecção. Mas este campeonato permite-nos comparar a nossa evolução com a de outras selecções, onde saliento a do Quénia, já nem falo na Argentina, que ficou em 2º (e que no Rugby de 15 está cada vez mais forte também) e que há 20 anos não ligava nada ao melão, pois os pés do Maradona ainda davam tantas alegrias como a cabeça dava preocupações. O Quénia foi um dos semi-finalistas, chegando mais longe que qualquer uma das superpotências (Allblacks - Nova Zelândia; Wallabies - Austrália; e Springboks - África do Sul) (esta foi a parte didáctica do post... ou seja, quem saiba pouco e tenha esperanças de aprender alguma coisa pode d
eixar o resto por ler lol), e se não estou em erro, é um país que nem ao mundial de Rugby de 15 costuma ir, mas surgiram neste torneio com um rugby fortíssimo. O que nos deve levar a pensar como conseguirá um país subdesenvolvido atingir patamares de rendimento tão elevados num espaço de tempo não muito longo? e não vale vir com as historinhas das condições físicas naturais, pois se os quenianos são rápidos e altos e vivem em altitude e tal, nós com a nossa costa continuamos sem desenvolver a vela, e com as piscinas todas que se construiram por aí (e que a maioria não faz ideia quanto custam de manutenção) também não temos nadadores de jeito, mas neste caso foram úteis reconheça-se, pelo menos agora podemos ver mergulhos para a piscina por todo lado, bem, e agora lembrou-se muita gente do Lisandro na sei porquê...
eixar o resto por ler lol), e se não estou em erro, é um país que nem ao mundial de Rugby de 15 costuma ir, mas surgiram neste torneio com um rugby fortíssimo. O que nos deve levar a pensar como conseguirá um país subdesenvolvido atingir patamares de rendimento tão elevados num espaço de tempo não muito longo? e não vale vir com as historinhas das condições físicas naturais, pois se os quenianos são rápidos e altos e vivem em altitude e tal, nós com a nossa costa continuamos sem desenvolver a vela, e com as piscinas todas que se construiram por aí (e que a maioria não faz ideia quanto custam de manutenção) também não temos nadadores de jeito, mas neste caso foram úteis reconheça-se, pelo menos agora podemos ver mergulhos para a piscina por todo lado, bem, e agora lembrou-se muita gente do Lisandro na sei porquê...Mas enquanto uns foram até aos calores do Médio Oriente por cá jogou-se taça, e a sacristia, que esta semana se virou para este desporto tão másculo (sim, másculo!! porque para a F.P.Rugby o rugby feminino de séniores é equiparado à formação masculina) acompanhou também uma das meias finais. Felizmente que acompanhou à distância, porque como nós somos todos muito da paz não teríamos ficado nada bem tratados lá no meio das bancadas... é que consta que a coisa teve bastante intensa, agressiva e viril, precisamente como se pedia dentro do campo, mas com o pessoal a confundir o melão com cabeças alheias, e o árbitro como queria marcar as faltas todas, teve de parar o jogo e tudo, por isso imagina-se que aquilo tenha estado mesmo para o faltoso... mas vá, há que retirar o positivo da coisa, e se pensarmos em levar aquela assistência para as galerias reservadas ao público no Parlamento, talvez alguns se comecem a portar melhor, mas é só uma ideia!!
1 comentário:
Não tou a ver qual é a relação entre uma piscina,um mergulho e o lisandro :)
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